A proteção do perímetro de uma subestação de transmissão exige uma solução de monitoramento que permaneça disponível em ambiente eletricamente crítico, com cobertura adequada das áreas externas, comunicação de dados confiável e condições de observação pela equipe de segurança e operação.

Na Subestação Londrina Sul, no Paraná, a A3A Engenharia executou o projeto turnkey de Sistema de Monitoramento Patrimonial e Perimetral, com câmeras IP, postes, infraestrutura de campo, Rede de Dados com backbone em fibra óptica, equipamentos de gravação, integração e documentação técnica final. A execução para a Guaíra Transmissora de Energia S.A. envolveu engenharia de telecomunicações, Rede de Dados, fornecimento de materiais e equipamentos, implantação de infraestrutura, montagem dos sistemas, testes e entrega técnica. O monitoramento patrimonial e perimetral de Londrina Sul foi desenvolvido de acordo com as necessidades específicas de segurança e operação da subestação.

A responsabilidade técnica e a coordenação da execução ficaram a cargo do Eng Altair Galvão, que conduziu o planejamento, a mobilização, o gerenciamento das frentes e a verificação das entregas. A equipe de engenharia da A3A Engenharia assumiu a estrutura operacional necessária para fornecer os materiais e equipamentos, executar as instalações e disponibilizar o sistema em funcionamento.

O monitoramento perimetral constituiu um empreendimento específico, posterior ao projeto de teleassistência das chaves seccionadoras executado na mesma subestação. A finalidade desse sistema era a proteção patrimonial e a supervisão dos acessos e limites externos da instalação.

Proteção do perímetro de uma infraestrutura crítica

Diferentemente do monitoramento operativo das chaves seccionadoras, o sistema perimetral precisava acompanhar os limites e acessos da instalação, permitindo a observação das áreas externas e o apoio à resposta operacional. O projeto exigiu selecionar dispositivos e pontos de instalação com atenção ao campo de visão, às condições de iluminação e às interferências típicas da subestação.

A implantação compreendeu 19 câmeras Bullet para o monitoramento do perímetro e o registro de uma Speed Dome adicional associada à solução, com acesso às imagens por recursos de supervisão e gravação. A distribuição das câmeras em postes buscou atender às necessidades de cobertura sem comprometer as restrições de infraestrutura e de segurança da instalação.

Cameras Bullet de monitoramento perimetral instaladas em poste metalico na Subestacao Londrina Sul
Poste de monitoramento perimetral com câmeras Bullet, integrando cobertura de campo e infraestrutura da rede de dados.

A qualidade do resultado dependia não apenas das câmeras, mas do funcionamento conjunto da Rede de Dados, alimentação, proteções, equipamentos ativos, armazenamento e visualização. O monitoramento precisava operar como um sistema integrado, com infraestrutura adequada à manutenção e à continuidade da operação.

O monitoramento patrimonial precisava oferecer condições de observação contínua das áreas externas e dos acessos, com imagens em alta definição e possibilidade de consulta pela equipe responsável pela segurança. A solução contemplou equipamentos Bullet instalados em postes e recursos de visualização e gravação, vinculados à Rede de Dados e ao backbone óptico. A arquitetura buscou manter a informação disponível para avaliação de ocorrências e acompanhamento das instalações.

A implantação em subestação de transmissão impôs restrições específicas: interferência eletromagnética, exposição ambiental, necessidade de alimentação e proteção dos equipamentos de campo, trajetos de comunicação protegidos e coexistência com ativos elétricos. O planejamento de um ponto de câmera precisava considerar simultaneamente a finalidade de observação, a infraestrutura acessível e as medidas de segurança para sua execução.

O projeto de monitoramento IP para instalações críticas requer a compatibilização entre cobertura, características dos dispositivos, rede de dados, armazenamento, disponibilidade e requisitos operacionais.

Projeto de CFTV IP e Videomonitoramento

Eng Altair Galvão: responsabilidade técnica e gerenciamento da obra

O Eng Altair Galvão assumiu a responsabilidade técnica da implantação, o controle do cronograma, a organização dos recursos e a interlocução com a contratante. O empreendimento exigiu integrar planejamento, telecomunicações, infraestrutura elétrica, segurança eletrônica, suprimentos e construção em um ambiente de transmissão de energia em funcionamento.

A preparação da obra envolveu avaliação das condições de campo, definição das frentes, compatibilização dos requisitos contratuais e programação das atividades. O plano executivo estabeleceu como as equipes, os equipamentos e os materiais seriam mobilizados, considerando deslocamentos, acesso às áreas de trabalho, instalação da infraestrutura e testes do sistema.

A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, distribuiu atividades de montagem, cabeamento, fixação, terminação óptica, configuração e logística a técnicos de campo especializados, com qualificação em NR-10 e NR-35 nas tarefas pertinentes. A delegação não fragmentou a coordenação técnica: as frentes permaneceram vinculadas ao acompanhamento do engenheiro, ao cronograma e aos critérios de entrega.

A gestão compreendeu desde a preparação das rotas e da infraestrutura de campo até a verificação de conectividade, integração com a central de monitoramento, ajustes operacionais e documentação final. A execução exigiu decisões de engenharia e acompanhamento de obra, não apenas instalação de equipamentos.

Sob a liderança do Eng. Altair Galvão, a equipe de engenharia da A3A Engenharia estabeleceu no plano de trabalho a sequência entre verificação das condições de campo, mobilização, disponibilização dos materiais, preparação de rotas, fixação de postes e câmeras, instalação dos ativos, interligações e testes. A evolução dessas frentes precisava ser compatibilizada com as permissões de acesso e as condições da subestação em funcionamento.

A responsabilidade técnica incluiu acompanhamento das equipes especializadas, organização das informações à contratante e controle das interfaces entre infraestrutura, telecomunicações, instalações associadas e configuração dos equipamentos. A entrega exigia que as pendências fossem identificadas e tratadas antes do recebimento, conectando o gerenciamento da obra à verificação do sistema em operação.

Em instalações elétricas críticas, riscos de acesso, proximidade de sistemas energizados, elevação de equipamentos e interferências entre disciplinas precisam ser tratados no planejamento das frentes.

O gerenciamento de riscos articula medidas de prevenção, qualificação das equipes, métodos executivos e verificações técnicas antes e durante a implantação.

Gerenciamento de Riscos de Engenharia

Projeto de Telecomunicações e Rede de Dados com backbone óptico

O Projeto de Telecomunicações foi parte essencial da implantação, criando os meios de comunicação entre os pontos de monitoramento distribuídos pelo perímetro e a estrutura de supervisão. A solução utilizou backbone em fibra óptica monomodo de seis vias, encaminhamentos protegidos e interligações dos equipamentos IP instalados em campo.

Foram construídos cerca de 460 metros de infraestrutura em eletrodutos metálicos ao longo do perímetro e trechos adicionais em PEAD nas canaletas existentes. Os serviços incluíram passagem de cabos ópticos e elétricos, conexões, terminação de fibras e adequações das rotas para proteger a comunicação e a alimentação do sistema.

A equipe de engenharia da A3A Engenharia executou pontos de concentração e distribuição em caixas técnicas de campo, que integraram terminação óptica, conversão de mídia, alimentação de equipamentos e proteção contra surtos. Esses elementos estabeleceram a interface entre os dispositivos externos e a Rede de Dados, em condições de exposição ambiental e interferência eletromagnética próprias de uma subestação.

Caixa técnica de telecomunicações e proteção de equipamentos na SE Londrina Sul
Caixa de proteção integrando terminação óptica, equipamentos de rede, alimentação e dispositivos de proteção.

A implantação exigiu que o backbone, as caixas e os dispositivos de campo fossem tratados como partes de um único sistema, com continuidade física, identificação das interligações, organização das conexões e preparação para os testes. A disponibilidade de imagens em uma central depende diretamente da confiabilidade dessa infraestrutura.

O escopo executado incluiu aproximadamente 460 metros de eletrodutos metálicos ao longo do perímetro e um trecho adicional de 20 metros em PEAD nas canaletas existentes. Os encaminhamentos de cabos ópticos e elétricos somaram cerca de 1.150 metros, acompanhados de serviços de distribuição de alimentação. Esses quantitativos representam uma implantação de infraestrutura de campo, não apenas a conexão pontual de câmeras.

A Rede de Dados utilizou interligações ópticas monomodo de seis fibras, com terminações e conversão de mídia nas interfaces externas. O emprego de fibra óptica permitiu estruturar os enlaces de comunicação entre os pontos remotos e a sala de controle, reduzindo a dependência de longas extensões metálicas de dados em uma instalação com condições eletromagnéticas desafiadoras.

A integração entre infraestrutura óptica, cabos de alimentação e caixas técnicas exigiu compatibilização das rotas e das conexões. Os profissionais de telecomunicações trabalharam com lançamento, preparação, fusão, acomodação e identificação de fibras, enquanto a engenharia acompanhava o atendimento às necessidades da rede IP e às condições de proteção dos equipamentos.

Em campo, as cinco caixas de proteção reuniram componentes necessários ao funcionamento dos dispositivos externos: terminação óptica, conversão de mídia, alimentação PoE e proteção contra surtos. A montagem exigiu atenção à exposição ao tempo, à preservação das conexões e à manutenção futura, pois o desempenho da câmera também depende das interfaces que a alimentam e conectam.

A implantação de videomonitoramento em subestações depende do dimensionamento de enlaces ópticos, equipamentos ativos, interligações de campo e infraestrutura da Rede de Dados.

Projeto de Telecomunicações e Backbone em Fibra Óptica

O Projeto de Telecomunicações integrou os pontos de monitoramento por uma Rede de Dados IP com backbone em fibra óptica monomodo, assegurando a comunicação entre os dispositivos de campo e a sala de controle. A definição dos encaminhamentos levou em conta a dimensão do perímetro, a continuidade da transmissão e a exposição a interferências próprias de uma instalação de energia.

A execução incluiu aproximadamente 460 metros de eletrodutos metálicos para distribuição no perímetro, além de adequações em canaletas existentes com eletrodutos PEAD. A montagem envolveu encaminhamento de cabos ópticos e elétricos, caixas de passagem, terminações, fusões e organização das conexões para permitir verificações e manutenção.

No rack, o distribuidor interno óptico (DIO), os equipamentos da Rede de Dados e o gravador em rede (NVR) foram compatibilizados e interligados. Sob a liderança do Eng. Altair Galvão, a equipe de engenharia da A3A Engenharia verificou a continuidade dos enlaces e a comunicação necessária à disponibilidade das imagens na operação.

Racks da Rede de Dados e do Sistema de Monitoramento

Na sala de controle, a A3A Engenharia executou a montagem do rack de telecomunicações, rede de dados e monitoramento perimetral, integrando o distribuidor interno óptico (DIO), as terminações do backbone, equipamentos de comunicação e o gravador em rede (NVR). A instalação foi concebida como ponto de concentração e organização dos recursos da solução.

O serviço incluiu a preparação física do rack, instalação e acomodação dos equipamentos, organização de cabos, interligação das fibras ópticas, conexões de rede e preparação dos dispositivos para a configuração. A concentração ordenada desses elementos facilita a identificação dos enlaces, a manutenção e a continuidade da operação.

A montagem do rack não foi um serviço isolado de CFTV. Tratou-se da integração da Rede de Dados e do Sistema de Monitoramento Perimetral, com interfaces entre telecomunicações, equipamentos de campo e gravação, sob responsabilidade técnica do Eng Altair Galvão.

O escopo de sala de comando incluiu a montagem de um rack de telecomunicações e monitoramento, com distribuidor interno óptico (DIO), equipamentos de rede IP e gravador em rede (NVR). Sua função era concentrar e organizar os enlaces e os recursos que permitem receber as imagens dos equipamentos externos e disponibilizá-las à operação.

A preparação do rack exigiu compatibilização do espaço disponível, organização dos cabos e conexões, integração das terminações ópticas e configuração dos dispositivos. Essa infraestrutura estabelece um ponto técnico de manutenção e diagnóstico; o monitoramento perimetral depende tanto de sua organização quanto do funcionamento das câmeras distribuídas pelo pátio.

Postes, câmeras e proteção dos equipamentos de campo

A infraestrutura executada incluiu a fixação de nove postes metálicos de aproximadamente quatro metros para suportar os conjuntos de câmeras de monitoramento. O trabalho abrangeu montagem, fixação, infraestrutura de conexão e verificação das condições de operação de cada ponto.

Os postes e dispositivos externos foram integrados a cinco caixas de proteção de equipamentos. A montagem dessas interfaces precisou considerar proteção ambiental, alimentação, conexão dos cabos e resistência às condições de campo, além das exigências de segurança para intervenção nas proximidades de instalações elétricas.

Poste metalico de camera Bullet com caixa tecnica de protecao na Subestacao Londrina Sul
Infraestrutura de campo: câmeras de monitoramento, poste metálico e caixa técnica associada.

A instalação exigiu a coordenação de atividades especializadas, preparação de suportes, encaminhamentos, ajuste de câmeras, conexões e testes, sem comprometer a segurança de pessoas ou a operação da subestação. A execução foi supervisionada pelo Eng Altair Galvão e realizada por equipes com qualificação compatível com cada atividade.

Rack da Rede de Dados e do Sistema de Monitoramento Perimetral na SE Londrina Sul
Rack do sistema de telecomunicações, com backbone óptico, equipamentos IP e recursos de monitoramento.

Além das câmeras fixas Bullet, o escopo de monitoramento contemplou recurso de câmera móvel Speed Dome para observação adicional das instalações, associado à estrutura de campo e à plataforma de gravação.

A instalação dos nove postes metálicos de aproximadamente quatro metros envolveu preparação dos pontos, fixação e compatibilização dos suportes com os conjuntos de câmeras. A organização da infraestrutura e das conexões em cada poste precisava permitir manutenção sem comprometer a estabilidade dos equipamentos, a proteção dos cabos e a segurança da área.

Os conjuntos de câmeras foram integrados a cinco caixas técnicas, utilizadas como interfaces entre os dispositivos externos e o sistema de telecomunicações. A montagem exigiu combinar alimentação, proteção contra transitórios, terminação de enlaces e conversão de mídia, evitando que componentes expostos ficassem sem os recursos necessários à operação continuada.

A execução junto aos limites da subestação precisou respeitar procedimentos de segurança, condições de acesso e a presença de instalações energizadas. As atividades de campo foram delegadas a técnicos especializados, com requisitos de capacitação e controle de risco compatíveis com as intervenções elétricas e em altura quando aplicáveis.

O sistema incluiu registros de uma Speed Dome instalada em poste na subestação, como recurso de observação de enquadramento variável. Esse ponto complementa o conjunto de câmeras fixas Bullet sem confundir o propósito de proteção perimetral com o projeto anterior de teleassistência das chaves seccionadoras.

A definição dos pontos de monitoramento e das rotas em uma instalação existente exige levantamento técnico, análise de interferências, validação de campo e compatibilização com as condições operacionais.

Site Survey e Diagnóstico Técnico

Suprimentos, mobilização e gestão operacional

A A3A Engenharia mobilizou a estrutura necessária para um empreendimento remoto, com logística de pessoal, deslocamentos, planejamento de aquisição e fornecimento de materiais e equipamentos, contratação de serviços complementares e coordenação da execução de campo. O cronograma dependia da disponibilidade sincronizada de equipes, dispositivos, infraestrutura e recursos de montagem.

A responsabilidade operacional envolveu a distribuição dos materiais entre frentes de infraestrutura, instalação de postes e câmeras, interligações ópticas, adequações elétricas, organização dos racks e integração com a rede. O gerenciamento de suprimentos precisou ser conectado às condições reais de cada ambiente, evitando interrupções por incompatibilidade técnica ou falta de componentes.

Sob a liderança do Eng. Altair Galvão, a equipe de engenharia da A3A Engenharia distribuiu as atividades a técnicos especializados conforme sua experiência e qualificação. A gestão concentrou planejamento, segurança, acompanhamento do avanço, solução de interferências e verificação de conformidade com os requisitos de execução.

A contratação direta envolveu Engineering, Procurement e Construction, com engenharia, compras, implantação e gestão das interfaces sob responsabilidade da A3A Engenharia. Essas disciplinas também integram a atuação consultiva em EPCM, embora a modalidade contratada em Londrina Sul incluísse a execução e o fornecimento direto dos serviços.

A equipe de engenharia da A3A Engenharia respondeu pela compra, transporte, entrega e disponibilização de equipamentos e materiais, pela mobilização dos profissionais, pelo fornecimento de recursos de segurança e pela contratação dos serviços complementares necessários ao avanço das frentes. A implantação demandou coordenação logística para que a instalação de postes, tubulações, equipamentos de campo e recursos de telecomunicações ocorresse na sequência planejada.

O gerenciamento de compras técnicas estava conectado ao projeto: cada componente precisava atender à necessidade de montagem e funcionar em conjunto com a Rede de Dados, a alimentação e o armazenamento das imagens. A indisponibilidade de peças, ferramentas ou frentes liberadas poderia comprometer a integração, tornando o planejamento de suprimentos parte do controle da execução.

Além da logística, o gerenciamento envolveu organização dos recursos, comunicação entre equipes e controle do progresso das instalações. A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, manteve a responsabilidade técnica e o acompanhamento das interfaces, enquanto profissionais especializados executaram as tarefas de infraestrutura, telecomunicações e configuração.

A execução de infraestrutura crítica exige integrar engenharia, suprimentos, serviços especializados, logística e controle do prazo sob uma única coordenação técnica.

Gerenciamento de Projetos de Engenharia

Integração, testes e comissionamento do monitoramento

A instalação física das câmeras e dos postes era apenas uma etapa do empreendimento. A entrega exigia verificar o funcionamento da Rede de Dados, as conexões ópticas, a alimentação, os equipamentos de campo, o acesso às imagens e os recursos de gravação e supervisão.

As atividades de teste e comissionamento incluíram verificação das interligações de telecomunicações, configuração dos equipamentos, avaliação das imagens e preparação do Sistema de Monitoramento para operação local e remota. A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou o processo técnico e a preparação das entregas à contratante.

A atuação da equipe de campo foi articulada às decisões de engenharia para que falhas de interligação, alimentação ou configuração fossem tratadas antes da conclusão das etapas. Dessa forma, o monitoramento perimetral passou de um conjunto de instalações físicas a um sistema integrado e utilizável pela operação.

A validação dos serviços exigiu verificar conectividade dos dispositivos, integridade das interligações ópticas, alimentação dos pontos externos, funcionamento das câmeras, acesso às imagens e recursos de gravação. A avaliação do conjunto precisava identificar falhas de comunicação, de fornecimento elétrico ou de configuração antes que o sistema fosse apresentado à contratante.

O contrato previa que a conclusão fosse comunicada após a confirmação da operacionalidade, em conjunto com a fiscalização de campo e os operadores. A aceitação dependia da verificação e do tratamento das pendências identificadas. Por isso, testes, ajustes e comissionamento não eram atividades complementares: integravam o processo contratual de entrega técnica.

A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou essa transição entre montagem e operação, relacionando as verificações aos serviços executados e aos critérios de entrega. A disponibilidade do monitoramento perimetral dependia da integração entre o pátio, os equipamentos de rede e a central de supervisão.

A entrega de sistemas de telecomunicações e videomonitoramento depende de critérios de teste, identificação de pendências, evidências funcionais e verificação de interfaces entre equipamentos.

Comissionamento de Engenharia e Aceite Técnico

As built, entrega técnica e rastreabilidade

Ao final da implantação, a A3A Engenharia consolidou a execução no as built, com caracterização dos serviços, quantitativos, métodos construtivos e fotografias das instalações. A documentação compreendeu infraestrutura de campo, caixas técnicas, postes, câmeras, interligações ópticas, racks e componentes de monitoramento.

A entrega técnica permitiu verificar que o sistema executado atendia à finalidade de supervisão patrimonial e perimetral, incluindo acesso às imagens e recursos de gravação. A documentação final complementou os testes e favoreceu a manutenção, a identificação de ativos e futuras adequações de infraestrutura.

Esse ciclo — planejamento, aquisição, mobilização, execução, integração, testes, comissionamento, documentação e entrega — reuniu as responsabilidades do Eng Altair Galvão e a capacidade operacional da A3A Engenharia em uma subestação de transmissão em funcionamento.

O as built reuniu o detalhamento da infraestrutura executada, os quantitativos de serviços, a instalação dos postes e câmeras, os caminhos de cabos, as caixas de proteção e as conexões dos equipamentos de telecomunicações. Essa organização documenta as condições efetivas da implantação para as atividades de manutenção e eventuais ampliações.

A conclusão do empreendimento envolveu a entrega de uma solução que pudesse ser verificada pela equipe técnica e utilizada na rotina de supervisão. Sob a liderança do Eng. Altair Galvão, a equipe de engenharia da A3A Engenharia, a integração entre planejamento, suprimentos, instalação, testes e documentação permitiu estruturar o encerramento técnico do contrato.

Resultado operacional e continuidade do monitoramento

A Subestação Londrina Sul passou a contar com uma estrutura de monitoramento patrimonial e perimetral apoiada em câmeras IP, rede de dados, backbone óptico, caixas técnicas, postes e recursos de gravação e visualização. A solução ampliou a capacidade de observação do perímetro e dos acessos em uma instalação de alta criticidade.

O Eng Altair Galvão assumiu a responsabilidade técnica pelo Projeto de Telecomunicações, pela Rede de Dados, pelo gerenciamento da implantação, pela integração, pelo comissionamento e pelo as built. A A3A Engenharia forneceu materiais e equipamentos, mobilizou equipes e logística especializada, executou a montagem e entregou o sistema em condições de operação.

A implantação de monitoramento patrimonial também foi realizada pela A3A Engenharia nas subestações Guaíra e Umuarama Sul, com integração de câmeras internas e externas à infraestrutura de telecomunicações existente e adequações específicas para cada instalação.

O monitoramento perimetral complementa outra função operacional crítica na mesma subestação: a verificação visual remota das chaves seccionadoras. Em contrato específico, a A3A Engenharia implantou câmeras Speed Dome em pórticos, Rede de Dados com backbone em fibra óptica e recursos de monitoramento para teleassistência, sob responsabilidade técnica do Eng Altair Galvão.

Sistema de Monitoramento Operativo para Teleassistência das Chaves Seccionadoras