A Subestação Londrina Sul, no Paraná, exigia monitoramento visual confiável dos equipamentos de manobra e das áreas operacionais para apoiar a teleassistência. A necessidade central era permitir que os operadores confirmassem remotamente as condições das chaves seccionadoras, por meio de imagens disponíveis para supervisão e verificação.
A implantação integrava a preparação das instalações para a entrada em operação e para os procedimentos de liberação das linhas de transmissão. Essa dependência operacional tornava o prazo crítico: não bastava instalar câmeras; era necessário entregar uma solução estável, integrada, testada e utilizável pela equipe de operação.
A A3A Engenharia foi contratada diretamente pela Guaíra Transmissora de Energia S.A., pelo Contrato GUA-045.00, para executar o projeto e a implantação. O escopo incluiu levantamento, engenharia, fornecimento de materiais e equipamentos, mobilização, infraestrutura, redes, instalação, integração, testes, comissionamento, treinamento e documentação final, com atendimento aos requisitos técnicos da CGT Eletrosul.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, conduziu o gerenciamento do empreendimento, integrando concepção, coordenação, recursos, suprimentos e execução em ambiente crítico.
Teleassistência e verificação visual das chaves seccionadoras
O monitoramento operacional de uma subestação possui exigências diferentes das de um circuito convencional de segurança patrimonial. A observação de seccionadoras requer posições de visualização adequadas, controle de movimento das câmeras e recursos de ampliação capazes de auxiliar a avaliação visual do estado físico dos equipamentos.
O recurso complementa as informações disponíveis nos sistemas de supervisão e controle. A imagem apoia a decisão dos operadores, mas não substitui os procedimentos de manobra, as condições de segurança nem os mecanismos próprios de controle dos equipamentos elétricos.

A solução foi estruturada para dois setores operacionais, Eletrosul e Guaíra, combinando imagens do pátio e das salas de comando. A teleassistência teve aplicação especialmente relevante no Setor Eletrosul, onde a observação das chaves seccionadoras integrava os requisitos de preparação operacional.
A função operacional do sistema dependia de imagens capazes de auxiliar a confirmação visual da posição física das chaves seccionadoras. Ao contrário do monitoramento patrimonial, o enquadramento precisava responder à identificação de um equipamento de manobra e à leitura de sua condição pelo operador. A teleassistência utilizava a imagem como recurso complementar aos sistemas de supervisão e aos procedimentos elétricos da instalação.
Os requisitos das câmeras IP foram definidos para atender à operação em pátios de subestação, com movimento PTZ, zoom óptico, imagens Full HD e possibilidade de utilização de posições predefinidas de observação. A especificação também exigia compatibilidade com a plataforma Digifort existente, transmissão sobre Rede de Dados IP e condições de funcionamento em ambiente externo, com resistência à exposição climática e proteção adequada aos dispositivos.
Na fase de engenharia, a combinação entre posicionamento do dispositivo, distância do equipamento observado, campo de visão, suporte, enlace de comunicação e controle remoto precisou ser avaliada como conjunto. Uma câmera com boas características ópticas não atenderia à finalidade prevista caso sua infraestrutura ou sua integração impedissem a visualização confiável pela equipe responsável pela operação.
Em instalações críticas, a arquitetura de videomonitoramento deve partir da finalidade de cada imagem e incorporar requisitos de telecomunicações, gravação, acesso e disponibilidade.
A engenharia de CFTV IP transforma necessidades de operação em pontos de monitoramento, especificações e critérios verificáveis de entrega.
Eng Altair Galvão: responsabilidade técnica, planejamento e gerenciamento
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, assumiu a responsabilidade técnica pela implantação e conduziu o planejamento executivo, a definição das frentes, o controle do cronograma e a interlocução com a contratante e as áreas técnicas envolvidas. A execução exigiu integrar engenharia elétrica, telecomunicações, segurança eletrônica, instalações de campo e gerenciamento de obra.
Antes da mobilização, o planejamento considerou os requisitos de câmeras IP para teleassistência, as condições do pátio energizado, os pórticos metálicos, as rotas existentes, os pontos de telecomunicações, a alimentação elétrica e a proteção dos equipamentos. O plano de trabalho estabeleceu metodologias, recursos e sequência das atividades.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, distribuiu as atividades executivas a técnicos de campo especializados, com qualificação em NR-10 e NR-35 conforme as funções desempenhadas, e supervisionou os aspectos críticos de segurança, qualidade, instalação, configuração e testes. Esse modelo de gestão permitiu distribuir responsabilidades sem fragmentar a direção técnica do empreendimento.

A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, conduziu o diagnóstico das condições de implantação, a definição dos métodos executivos, a coordenação multidisciplinar e a gestão de interfaces em uma instalação elétrica cuja operação impunha restrições permanentes aos trabalhos de campo.
O cronograma contratual era restrito, com prazo executivo originalmente previsto de 30 dias. A A3A Engenharia precisava mobilizar recursos, adquirir equipamentos, realizar pré-testes, preparar encaminhamentos, montar os pontos elevados e concluir as interfaces de telecomunicações em sequência compatível com as condições da subestação. A necessidade de manter a instalação em funcionamento tornou essencial a coordenação de acesso e a disponibilidade das frentes.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, assumiu a coordenação das interfaces com a Guaíra Transmissora de Energia e os profissionais da CGT Eletrosul ligados ao escopo de teleassistência. Os serviços dependeram do alinhamento entre requisitos técnicos, disponibilidade de pontos, planejamento das equipes e verificação progressiva do funcionamento da solução.
Os trabalhos especializados foram delegados a profissionais de campo com qualificação adequada às atividades de telecomunicações, instalações elétricas e altura. Sob supervisão técnica do engenheiro, a equipe realizou montagem de infraestrutura, lançamento e terminação de cabos, preparação dos suportes, integração de equipamentos e verificações funcionais. O gerenciamento não se limitou a acompanhar o avanço físico: incluiu decisões que condicionavam a segurança e a continuidade dos trabalhos.
O levantamento de campo deve identificar interferências, condições de infraestrutura, rotas viáveis e limites de acesso antes da mobilização de equipamentos e equipes.
O Site Survey reduz riscos de incompatibilidade entre projeto, condições reais da instalação e estratégia executiva.
Projeto de Telecomunicações, Rede de Dados e Sistema de Monitoramento
Para atender à teleassistência, a equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou o Projeto de Telecomunicações, abrangendo a Rede de Dados com backbone em fibra óptica e o Sistema de Monitoramento das chaves seccionadoras. A arquitetura interligou as câmeras Speed Dome instaladas nos pórticos, as câmeras das salas de comando e os recursos de rede, visualização e gravação dos setores Eletrosul e Guaíra. A finalidade era disponibilizar imagens operacionais confiáveis para a supervisão local e remota, e não apenas implantar um circuito de vigilância patrimonial.
A infraestrutura de telecomunicações foi executada com backbone óptico monomodo de seis fibras, encaminhamentos protegidos nas canaletas existentes, tubulações, caixas técnicas e interligações dos equipamentos IP. O escopo compreendeu lançamento dos cabos, fusões, terminações e acomodação da fibra em distribuidores ópticos, com organização das conexões para operação e manutenção. A rede de dados constituiu a base de comunicação para o transporte de imagens e o acesso aos dispositivos de monitoramento.
Nos pátios, a A3A Engenharia instalou caixas de proteção e concentração com terminação óptica, conversores de mídia, alimentação PoE e dispositivos de proteção contra surtos. Essas interfaces conectaram as câmeras à rede de dados, considerando as condições de exposição ambiental, a interferência eletromagnética e as exigências de confiabilidade de uma subestação de transmissão.

Nas salas de comando dos dois setores, a equipe executou a montagem dos racks da Rede de Dados e do Sistema de Monitoramento das chaves seccionadoras (Teleassistência). Esses conjuntos não se restringiam ao CFTV: concentravam DIOs, terminações e conexões ópticas, equipamentos de rede IP e gravadores de vídeo em rede (NVRs), estabelecendo a interface entre o backbone em fibra óptica, as câmeras de campo e os recursos de supervisão e gravação.
A montagem dos racks exigiu compatibilização física dos equipamentos, organização do cabeamento, identificação das interligações, conexão dos enlaces ópticos aos ativos de rede e preparação da estrutura para configuração e testes. A transmissão de imagens, o comando das câmeras PTZ e a disponibilidade das informações à operação dependiam do funcionamento integrado dessa infraestrutura de telecomunicações.

Sob a liderança técnica do Eng. Altair Galvão e atuação da equipe de engenharia da A3A Engenharia, o projeto reuniu concepção e execução de telecomunicações, rede de dados, backbone óptico, infraestrutura de campo, equipamentos ativos e sistema de monitoramento. A entrega técnica integrou essas disciplinas para permitir a verificação visual remota dos equipamentos de manobra e apoiar a teleassistência da subestação.
Em conjunto, os quantitativos executados dos dois setores somaram aproximadamente 270 metros de infraestrutura em PEAD nas canaletas e 516 metros de encaminhamento de cabos ópticos e elétricos. Esses trabalhos exigiram compatibilizar trechos existentes, caixas de inspeção, desvios, interligações e chegada dos cabos aos pontos de campo, preservando condições adequadas de proteção e manutenção.
A arquitetura utilizou cabos ópticos monomodo de seis fibras e a organização dos enlaces em distribuidores internos ópticos, com fusões, terminações e interligação aos ativos de comunicação. O conjunto de serviços incluiu aproximadamente 32 fusões ópticas, necessárias à continuidade da rede entre os pontos externos e as salas de comando.
O sistema exigiu a compatibilização entre fibra óptica, conversão eletro-óptica, comunicação IP e alimentação dos dispositivos. A rede transportava informações necessárias ao acesso às imagens e aos comandos de operação das câmeras. Por isso, as interfaces de telecomunicações precisavam ser verificadas antes da conclusão dos testes de monitoramento.
Na teleassistência, a confiabilidade do monitoramento depende do Projeto de Telecomunicações e da integração entre backbone óptico, rede de dados IP, equipamentos ativos, racks e pontos de campo.
O dimensionamento e a documentação dessas interfaces permitem estruturar a comunicação dos sistemas de monitoramento e planejar sua manutenção e expansão.
Projeto de Telecomunicações, Rede de Dados e Backbone em Fibra Óptica
Execução em pórticos elevados e segurança em ambiente energizado
Foram instaladas oito câmeras Speed Dome (PTZ) nos pórticos da subestação, a aproximadamente 16 metros de altura: três no Setor Eletrosul e cinco no Setor Guaíra. A implantação também incluiu seis câmeras internas, distribuídas entre as salas de comando dos dois setores.
A fixação dos dispositivos e as interligações exigiram plataforma elevatória, planejamento de acesso, organização dos equipamentos e equipes habilitadas para trabalho em altura e atividades próximas às instalações elétricas. A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, distribuiu a execução aos profissionais especializados e manteve a coordenação técnica, inclusive quanto à compatibilização entre infraestrutura, segurança e cronograma.

Os serviços abrangeram pontos de fixação, suportes, encaminhamentos protegidos, conexões e adequações de infraestrutura. Cada câmera precisava ser instalada, alimentada, configurada e verificada em funcionamento antes da conclusão da respectiva frente de trabalho.
A execução em pórticos de uma subestação energizada exigiu gerenciamento de riscos, logística de elevação e controle de qualidade, com planejamento técnico para cada frente e acompanhamento das condições necessárias ao trabalho em segurança.
Oito câmeras Speed Dome foram instaladas em pórticos de aproximadamente 16 metros, sendo três no Setor Eletrosul e cinco no Setor Guaíra. Foram instaladas também seis câmeras nas salas de comando, distribuídas igualmente entre os dois setores. Os quantitativos resultaram em frentes diferentes de montagem, encaminhamento e integração, cada uma com suas necessidades de acesso e comunicação.
A utilização de plataforma elevatória exigiu planejamento de posicionamento, deslocamento, preparação das frentes, operadores habilitados e compatibilização com o ambiente da subestação. A execução com equipes especializadas em NR-10 e NR-35 considerou as restrições próprias da proximidade de instalações energizadas, sem dispensar os procedimentos de segurança e liberação aplicáveis.
Os suportes e as tubulações de ligação precisavam resistir às condições do pátio, proteger cabos e conexões e permitir ajustes de enquadramento. As imagens destinadas à teleassistência dependiam de uma posição de câmera estável e apropriada à observação do equipamento de manobra, além de uma rede capaz de transportar os sinais para supervisão remota.
A execução em estruturas elevadas e próximas a equipamentos energizados exige planejamento específico de riscos, recursos de acesso, responsabilidades e medidas de proteção.
O gerenciamento de riscos de engenharia conecta as condições de campo às decisões de mobilização, execução e verificação.
Suprimentos, logística e gerenciamento da implantação
A equipe de engenharia da A3A Engenharia assumiu a mobilização dos recursos necessários à obra, incluindo aquisição e fornecimento de materiais e equipamentos, logística de transporte, disponibilidade da equipe, contratação de serviços complementares, acesso por plataforma elevatória, recebimento de suprimentos e acompanhamento das frentes de campo.
O fornecimento contemplou componentes de videomonitoramento, infraestrutura metálica e óptica, recursos de rede, equipamentos de gravação, caixas de proteção, elementos de encaminhamento, alimentação e materiais auxiliares. A gestão de compras e entregas precisava acompanhar o desenvolvimento dos serviços para evitar restrições de frente por falta de materiais ou incompatibilidade técnica.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia mobilizou recursos e equipes para uma subestação fora de sua base operacional, assumindo deslocamentos, transporte, estadia, locações, suprimentos e controle de obra. Sob a liderança do Eng. Altair Galvão e coordenação da equipe de engenharia da A3A Engenharia, as atividades especializadas foram distribuídas e acompanhadas conforme os requisitos do contrato e o avanço técnico do empreendimento.
O contrato envolveu Engineering, Procurement e Construction Management, com engenharia, suprimentos e execução direta pela A3A Engenharia. Essas atividades exigiram competências também utilizadas em EPCM, embora a modalidade contratada neste empreendimento incluísse o fornecimento de equipamentos e a implantação sob responsabilidade da própria empresa.
A mobilização incluiu aquisição de materiais, equipamentos de vídeo, componentes de fibra óptica, caixas técnicas, alimentação, suportes, tubulações, ferramentas, equipamentos de proteção e locação de meios de acesso em altura. Os recursos tinham de chegar no momento adequado à instalação e estar compatíveis com os requisitos técnicos de cada ponto.
Os serviços de telecomunicações não poderiam ser encerrados apenas com o lançamento do cabo: também exigiam fusão, terminação, organização dos DIOs e integração aos ativos IP e aos gravadores. Da mesma forma, a montagem das Speed Domes dependia do suporte, da alimentação PoE, da proteção elétrica e da comunicação com as salas de comando. O gerenciamento relacionou essas dependências para preparar frentes efetivamente concluíveis.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, organizou as equipes e coordenou a interface entre cronograma, compras técnicas, montagem e comissionamento. A equipe de engenharia da A3A Engenharia coordenou o fornecimento e a execução direta, incluindo logística de transporte e estadia, mobilização de recursos especializados e prestação das informações técnicas necessárias à contratante.
Projetos de infraestrutura crítica exigem uma coordenação contínua entre engenharia, aquisições, logística, equipes de campo, controle do prazo e verificação das entregas.
O gerenciamento de projetos de engenharia organiza essas responsabilidades e mantém o avanço físico vinculado às decisões técnicas e à qualidade do resultado.
Testes, comissionamento e entrega técnica
A conclusão física das instalações não era suficiente para colocar o monitoramento à disposição dos operadores. O sistema precisava apresentar conectividade, transmissão de imagens, alimentação confiável, gravação, configuração das câmeras e recursos adequados às rotinas de supervisão local e remota.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou testes, verificações e comissionamento das atividades executadas. A equipe de campo especializada realizou ajustes, parametrização, inspeções funcionais e validações das interligações, preparando a solução para demonstração à contratante e aos responsáveis pelo acompanhamento.
A entrega técnica incluiu verificação de funcionamento, disponibilização dos recursos previstos e orientações para uso do sistema. Dessa forma, planejamento, aquisição, instalação, integração e validação convergiram para um resultado verificável: o sistema em condições de apoiar a teleassistência operacional.
Os testes de bancada antecederam a instalação de parte dos equipamentos e foram complementados pelas verificações de campo. A conclusão exigiu conferir alimentação, conexões ópticas, comunicação IP, disponibilidade das imagens e controle das câmeras nas condições efetivas de utilização pela equipe de operação.
Na rede, a equipe verificou as interligações entre câmeras, caixas de campo, backbone óptico, racks e equipamentos de gravação. Na funcionalidade de monitoramento, a atenção se voltou à disponibilização da imagem, ao movimento PTZ, aos recursos de observação e à integração com a arquitetura de supervisão prevista.
O comissionamento foi coordenado pela equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, que acompanhou ajustes e a preparação da entrega à contratante. As instruções de operação e o treinamento dos usuários integraram o encerramento, permitindo que o sistema instalado pudesse ser efetivamente utilizado para observação dos equipamentos de manobra.
A prontidão de um sistema integrado depende de ensaios funcionais, evidências documentadas e critérios objetivos para avaliação antes da transição à operação.
O comissionamento de engenharia permite comprovar a funcionalidade dos componentes e a aderência do conjunto aos requisitos previstos.
As built e documentação da engenharia executada
A A3A Engenharia elaborou e entregou o as built do projeto, consolidando os serviços executados, quantitativos, métodos de instalação e registros fotográficos da implantação. A documentação contempla os encaminhamentos e a infraestrutura de campo, as caixas técnicas, as câmeras instaladas nos pórticos, o backbone em fibra óptica, as interligações da Rede de Dados e a montagem dos racks de telecomunicações e monitoramento das chaves seccionadoras.
O registro técnico das condições efetivamente executadas assegura rastreabilidade para inspeções, manutenção, ajustes posteriores e gestão do ativo. Essa responsabilidade faz parte da qualidade da engenharia em instalações críticas, nas quais a organização documental tem valor operacional depois do encerramento da obra.

A documentação final demonstra a experiência técnica da equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão em Projeto de Telecomunicações, Rede de Dados com backbone em fibra óptica, Sistema de Monitoramento, gerenciamento de obra, comissionamento e entrega técnica. A equipe de engenharia da A3A Engenharia forneceu, mobilizou, implantou e documentou os sistemas integrados em infraestrutura crítica, vinculando o resultado físico à entrega técnica.
O as built consolidou as atividades realizadas nos setores Eletrosul e Guaíra, incluindo caminhos de cabos, caixas técnicas, pontos de monitoramento, montagens em pórticos, interligações ópticas, equipamentos instalados e preparação dos racks das salas de comando. A organização desses elementos preserva a rastreabilidade da Rede de Dados e do Sistema de Monitoramento para manutenção e ampliações futuras.
A responsabilidade pelo encerramento técnico envolveu associar quantitativos e instalações reais aos requisitos planejados. A entrega documental não substituiu o comissionamento: complementou os testes e a apresentação da solução em funcionamento, formando a base de consulta para operação e manutenção.
Disponibilidade operacional e preparação para a teleassistência
A Subestação Londrina Sul passou a contar com um Sistema de Monitoramento Operativo integrado à Rede de Dados com backbone em fibra óptica nos setores Eletrosul e Guaíra. A solução reuniu câmeras Speed Dome no pátio, câmeras nas salas de comando, interligações ópticas, racks de rede de dados e monitoramento, recursos de gravação e acesso local e remoto. No Setor Eletrosul, esse conjunto apoiou diretamente a supervisão visual das chaves seccionadoras para teleassistência.
O sistema ampliou as possibilidades de inspeção remota e apoio às rotinas de operação das instalações. A observação por vídeo complementa os sistemas de supervisão e os procedimentos técnicos do setor elétrico, contribuindo para a prontidão operacional necessária às etapas de liberação das linhas.
As funções de teleassistência e proteção externa foram tratadas em projetos específicos. Em 2022, a A3A Engenharia executou também o Sistema de Monitoramento Patrimonial e Perimetral da Subestação Londrina Sul, com contrato próprio e infraestrutura destinada à supervisão dos acessos e limites externos.
A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou Projeto de Telecomunicações, Rede de Dados, backbone óptico, Sistema de Monitoramento, planejamento, gerenciamento de obra, comissionamento e entrega técnica. A equipe de engenharia da A3A Engenharia assumiu o fornecimento de materiais e equipamentos, a logística, a mobilização, a execução em altura e a integração multidisciplinar dos serviços da subestação.
A solução implantada disponibilizou imagens de câmeras externas e internas para supervisão dos dois setores, apoiadas em Rede de Dados, fibra óptica, racks e dispositivos de campo protegidos. No Setor Eletrosul, a disponibilidade das Speed Domes ofereceu recursos adicionais para observação remota das chaves seccionadoras, em complemento aos sistemas de supervisão e aos procedimentos operacionais.
A implantação reuniu engenharia de telecomunicações e Rede de Dados, instalações em altura, montagem de racks, proteção de equipamentos, suprimentos, gerenciamento de obra, integração, testes, comissionamento e as built. A equipe de engenharia da A3A Engenharia, liderada pelo Eng. Altair Galvão, coordenou tecnicamente as interfaces e mobilizou os meios operacionais para executar e entregar a solução em ambiente crítico.